28 de set. de 2022
o pior de nós
26 de set. de 2022
positivo/negativo
9 de mai. de 2022
o bobo
Triste ver como, enquanto nação, caímos num esquecimento, párias mundiais ao lado de tantos outros regimes de extrema direita vistos com maus olhos pela comunidade internacional devido aos seguidos desmandos e barbaridades sem fim.
A reputação nossa de nação mediadora e de peso no cenário internacional mesmo não pertencendo ao seleto clube dos podres de ricos foi ralo abaixo sob a batuta de pátria, família e deus e vai levar um tempo para voltarmos a recuperar isso mesmo que tenhamos outro sentado lá no planalto.
O estrago feito em quatro anos foi terrível e imenso, instaurada a ditadura fálica o país vive sob a égide do estupro social, da família de bem e do atira primeiro e pergunta depois. No Brazil atual o que importa não é igualdade mas mérito, não é você que pobre, é você que não se esforça, não é você que é bixa, é você que precisa ser bixa mas dentro de casa, não é você que fuma crack, é você que é vagabundo, deus ajuda quem cedo madruga e quem sai pra bater em travesti e matar viado.
O isolamento não é apenas mundial mas territorial, estamos isolados de todos, incapazes de quebrar a barreira de mentiras e narrativa disforme que impregnou a todos e concluir que não é matando a bixa que o pai de família vai por comida na mesa, não é matando o ladrão que o cidadão de bem vai ter mais segurança, não é armando a pessoa que ela vai aprender a se defender, não é cortando o acesso que as pessoas vão parar de acessar.
O véu conservador desceu pesado e não serão todos que serão capazes de tirá-lo em Outubro porque ele adere na pele feito cola, tem gente que vai preferir morrer do que ter algum tipo de justiça social novamente, tem gente que vai preferir matar do que ter um presidente que promova um pouco mais de igualdade, tem gente que vai acreditar piamente nas mentiras porque elas foram ditas por tanto tempo que agora são verdades.
Tem gente que prefere assim...
26 de abr. de 2022
O contador de histórias
Todo mundo adora uma boa história, se for bem contada então ainda melhor.
Não é a toa que a história, de forma geral, acaba sendo contada por quem vence grandes batalhas ou por quem sabe contar melhor o seu lado dos fatos ou seja, quem controla a narrativa, controla a história.
Não é preciso ir muito longe para comprovar isso, basta dar uma olhada na Rússia de Stálin, China de Mao, Alemanha de Hitler e, porque não, Brasil de hoje.
A melhor maneira de fazer com que as pessoas acreditem em algo é controlar a narrativa, fazer com que apenas o seu lado da história seja levado a sério e tomado como verdade incontestável, deixemos de lado debate, argumentos ou análise, confie no que estou dizendo, eu sei do que falo e posso provar mesmo que essas provas sejam estapafúrdias.
O controle da narrativa não acontece da noite para o dia, nem Jesus conseguiu isso que dirá presidentes e afins. Isso ocorrer de forma lentar e persistente, é um trabalho dedicado feito mais simples pela agilidade e pouca veracidade das redes sociais; antes, se você quisesses saber se algo era verídico ou não, teria de se debruçar sobre o assunto, ler vários jornais, análises, discutir até chegar em alguma conclusão enquanto hoje, se está no Google ou aquele youtuber ou influencer falou com certeza deve ser verdade, não é preciso se dar ao trabalho de analisar, a informação já vem pronta e sem abertura para contestação, aquilo é uma verdade e você não precisa se preocupar em analisar porque isso já foi feito para você, apenas ouça e aceite.
O Bolsonarismo aprendeu essa lição muito bem e está muito na frente enquanto a esquerda segue tentando entender como fazer isso. Desde antes de assumirem o poder, os Bolsonaristas já utilizavam a posse da narrativa como seu meio de consolidar suas ideias e planos e, mesmo quando questionados, jamais deixaram a narrativa sumir ou mudar e, no final das contas, a mentira contada mil vezes acaba virando verdade.
Através da construção de uma narrativa única e que não admite contestações, o Bolsonarimos criou raízes que não podem mais ser arrancadas, em torno de um projeto de governo e país embasado em valores nacionalistas, tradicionais e religiosos, ele se ergueu feito colosso e farol para todos que não acreditavam mais numa sociedade justa e que preferem a meritocracia ao invés de igualdade e que, convenhamos, é a cara do brasileiro médio.
O controle da narrativa está cimentado, vejam como as redes sociais Bolsonaristas não perdem tempo em contestar quaisquer fatos ou acontecimentos com outras versões dos fatos sempre citando a liberdade de expressão, opinião e de que são perseguidos por expressarem seus ideais, não há comprovação, não há argumento apenas o discurso de que são perseguidos sem informar de que fazem o mesmo ou, quando confrontados com provas irrefutáveis, usam as mesmas desculpas, foi tirado de contexto, não deixaram margem para explicação e se vitimizam apontando o dedo para a patrulha ideológica.
Bolsonaro e seus seguidores assumem esse tom messiânico em suas narrativas, não existe contexto aplicável, não existe debate de ideias, apenas as mesmas histórias contadas com palavras diferentes e não importa se não correspondem aos fatos porque estes precisam dobrar-se a narrativa e não o oposto. Então pouco importa se eles defendem a tortura, se defendem o preconceito, o racismo, o machismo ou qualquer outra barbaridade, dentro da narrativa Bolsonarista isso não importa porque não são os fatos que importam mas a narrativa e ela está sob controle.
Não seria de espantar que esse controle fique ainda mais ferrenho com a proximidade das eleições e muito pior num eventual segunda mandato o qual, se vier, talvez a história que será estudada no futuro seja bem diferente da que conhecemos afinal, o que seria mudar a história para quem a está escrevendo?
25 de abr. de 2022
O horror na porta de casa
6 de jan. de 2021
não há vacina para sua doença
A OMS, através de sua resolução de 17/05/1990, aboliu a homossexualidade como doença além de alterar a nomeação retirando o sufixo ‘-ismo’ que denotava a orientação sexual como patologia. Igualmente, o CFP em sua resolução 01/99 instrui que a homossexualidade não é uma doença, distúrbio ou perversão não demandando assim tratamento que vise sua ‘cura’ e/ou reversão.
Mas, os que nos odeiam e perseguem, amparados pelo manto conservador do Bolsonarismo, insiste em fomentar e apoiar 'profissionais' ou os assim chamados ‘psicólogos’ (que deixam suas convicções religiosas interferir em sua profissão o que é lamentável além de condenável) no tratamento de pessoas LGBTQIA+ que, seja por qual for o motivo, lutam para aceitar sua orientação sexual.
Essas pessoas precisam sim de apoio psicológico mas não para deixar de ser o que são e sim no processo de aceitação de sua natureza e orientação sexual para que possam tornar-se funcionais e felizes superando os traumas que lhes foram impostos pela sociedade, família e amigos e entendendo que não há crime ou doença em ser LGBTQ, que qualquer que tenha sido a origem da criação, assim fomos feitos e não há o que corrigir.
As tentativas de reverter a orientação sexual resultará apenas em um pessoa fragmentada, miserável e infeliz, não se pode mudar a natureza do que somos simplesmente porque a religião que vocês pregam assim o diz, vocês partem de um pressuposto que o homossexual é uma criatura miserável e infeliz e que precisa de ajuda para deixar ‘essa vida’ e ser um membro digno da sociedade e, porque não dizer, seguidor dos preceitos desse seu deus de ódio e intolerância sofismado por escrituras que que vocês distorcem e adaptam às suas necessidades.
Porque tanto ódio? Porque essa perseguição incansável? Porque esse medo tão gritante? Só posso intuir que ele não esteja apenas embasado em conceitos religiosos mas num pavor patológico do que é diferente, daquilo que desafia as regras que ninguém os obriga a seguir salvo o temor da danação eterna e, se for este o caso, trago péssimas notícias, estamos tão fadados a ela quanto vocês que pregam tamanho ódio e praticam atos pouco cristãos aos seus próximos, não é a nossa alma que está em risco mas a sua.
Esse seu medo de nós advém de alguma questão muito mal resolvida quanto a sua própria identidade e condutas sexuais presas e restritas a conceitos e normas seculares e temporais que caducaram há tempos sem que se tenham dado conta disso. A natureza questionadora e libertária do homossexual, que usa sim a sexualidade como meio de desbravar e demarcar territórios onde o heteronormativo padece, enquadrado por todos os lados por movimentos que não mais aceitam ficar sob seu jugo, lhes é assustadora, trai o status quo da assim chamado família tradicional sendo que esta também há muito já deixou de existir.
É lamentável para não dizer sórdido sua associação da homossexualidade com pedofilia e demais distúrbios sexuais graves quando os maiores perpetradores de tais abusos são heterossexuais sendo estes também que lotam as clínicas clandestinas de aborto enquanto casais homoafetivos estão mais do que dispostos a aceitar os filhos que vocês não desejavam ter.
Da mesma forma, essa sua tentativa de inversão onde nós somos o malévolos e perseguidores e vocês, as vítimas, é outro jogo pérfido e baixo pois como pode a minoria perseguir a maioria? Vocês estão há séculos perseguindo não apenas a nós mas todos aqueles que não se encaixam no seu conceito estúpido e intolerante, a sociedade lhes é favorável pois se lhes questionam, basta acenar com a danação eterna e acusar aqueles que buscam os direitos inalienáveis de todos ser humano de golpistas, inimigos da fé, ameaça a sociedade, ditadores de gênero.
Pensem comigo apenas um instante, quem está perseguindo quem? Quem tem a seu favor toda a estrutura de uma religião empresarial e aparato do estado? Quem tem espaço na mídia e está sempre atacando a nós? Quem é intolerante? Quem deseja ver a homossexualidade banida e tratada? Quem deseja um estado teocrático onde tudo o que for diferente do pregado por vocês deve ser excluído e excomungado?
Eu posso olhar no espelho com tranquilidade e paz na alma, e vocês?
30 de nov. de 2020
prato feito
30 de out. de 2020
brincando de presidente
1 de jun. de 2020
Bolo Fascista Simples (qualquer gado consegue fazer)
21 de mai. de 2020
Quem ri por último?
11 de mai. de 2020
A carne mais barata
6 de mai. de 2020
O Paladino de papel
5 de mai. de 2020
sem mil
30 de abr. de 2020
E daí?
23 de abr. de 2020
O país do futuro
Diga-me com quem andas e te direi quem és.
Ainda que tal frase não contemple todas as possíveis interpretações considerando que nem sempre com quem andamos pode, necessariamente, representar quem somos ainda mais em tempos de redes sociais e convívio isolado sob ameaça constante de um contágio, tal citação expressa de forma coerente outra afirmação de que os iguais, acabam por atrair-se.
Atá aí, nada demais.
É do humano agrupar-se desde antes de sermos bípedes, de polegar opositor, falantes e sedentários então, fazer parte, tomar parte, ser parte, existir em grupo é condição inerente de nossa definição como pessoas, através do grupo temos nossa validação como gente, como seres existentes, o grupo nos corrobora o fato de estarmos aqui e sem ele, somos apenas uma ideia de gente, uma concepção criada, inventada e dada como real apenas por nós e pela percepção unilateral de nós mesmos. Sem a validação do outros, não existimos.
Agora, tomemos então essa campanha do 'governo federal' para geração de empregos num cenário pós-pandemia (como se fosse preciso disso para gestar um programa que dê cabo do desemprego, enfim) já que os números mais otimistas, esbarram nas casas de milhões para contar os desempregados.
O Brazil é um país pluricultural, diverso até sua raiz, multi-étnico, somos o resultado de uma receita de ingredientes incertos e até hoje, creio que ainda corremos atrás de algo que seja ou possa ser chamado de identidade nacional.
Mas, para os governantes, somos um país europeu, branco até no DNA e a foto que ilustra a campanha é um grito forte de como o atual governo pensa a sociedade e deixa bem claro para quem está governando. Que temos um governo racista, misógino, homofóbico, conservador e negacionista nunca foi dúvida mas, ao ver o governo levando a termo seu projeto de implantar uma sociedade utópica é simplesmente de revirar o estômago.
Num país que ainda luta para reconhecer sua população afrodescendente e onde grande parte ainda se considera como branca e renega qualquer miscigenação ou origem que não seja caucasiana, que tem entre a população afrodescendente os maiores índices de mortes violentas e encarceramento, é clara a mensagem que a foto transmite: a sociedade não é para vocês, é para os brancos, cis, heterossexuais de classe média alta, os mesmos que saem em carreata em plena pandemia, dizem que o vírus em um complô vermelho e pedem os militares no poder e AI-5.
Logo, aparecerá algum bode expiatório, um estagiário ou assistente assumindo a culpa e dizendo que usou a foto do Google ou que a agência é responsável, que não foi feita pesquisa e que não viram ou deram fé o que é típico deste governo CTRL-C CTRL-V.
Não se iludam, eles sabem muito bem o que estão fazendo.
20 de abr. de 2020
O ódio que você plantou
Sim, eu te odeio.
Nunca pensei que falaria isso para alguém porque durante minha vida, o ódio quase sempre foi um sentimento que vinha de fora e que eu tinha de lidar da melhor forma possível mas, não permitia que ele fizesse morada em mim pois o amor sempre é mais forte, deixar o ódio vencer era abrir mão do amor que fui obrigado a esconder e viver sem dizer o nome e eu nunca abriria mão do amor porque ele é tudo que nos salva e que nos resta.
Mas vocês conseguiram, tiraram o amor de mim, levaram ele embora e eu acho que nem me dei conta. Foram aos poucos substituindo ele pelo ódio e eu nem percebi, como isso aconteceu? Onde foi parar meu amor que levei tanto tempo para construir? Para onde vocês o levaram? Que fizeram com ele? Quais torturas o submeteram?
Hoje eu me pego odiando e é uma sensação horrível, me vejo desejando o mal a quem conheço e não conheço, rompendo laços que julgava eternos e cuspindo na face de quem eu julgava querer bem, quando isso aconteceu? Porque deixei que vocês me tornassem esse poço de ódio que nunca pensei sentir?
Essa é a sua vitória, roubar de nós o amor, a esperança, o desejo de que podemos ser mais, de que aprendemos com nosso passado, que a história nos ensinou algo e que não repetiremos os erros grosseiros que nossos antepassados cometeram.
Vocês venceram, roubaram de nós o país, o hino que talvez eu nunca mais tenha coragem de cantar, a bandeira que não serei capaz de honrar, as cores que jamais serei capaz de vestir, o orgulho que quase tive e a esperança que nem vi nascer. Vocês roubaram de mim um país e agora, sou um nômade, um sem teto, sem pátria, sem destino, sem nada.
Eu odeio vocês, Essa é a herança que vocês nos deixaram, o ódio, mataram nosso amor e colocaram o ódio no lugar porque apenas o ódio é o que vocês entendem, o genocídio, a exclusão, não pode haver quem ame porque se há, vocês estarão errados em odiar então vamos todos odiar porque no ódio nos tornaremos irmãos, eu odiando você e você odiando a mim. Viva o país! Pátria Amarga, Brazil!
Eu odeio vocês. Vocês amam odiar então, através de uma lógica nefasta, quando dizem EU TE ODEIO dizem EU TE AMO então, se eu odeio vocês eu amo e está tudo bem porque odiar é IN, é bom, é moda é faz bem vide o presidente de fel que foi eleito para odiar a todos com a caneta na mão.
E vamos odiar! Vamos sair em carreata buzinando e pedindo a volta da ditadura porque foi o ápice do ódio então nada melhor para ensejar os dias de hoje. Vamos bloquear acessos a hospitais e outros serviços para demonstrar nosso ódio, como ele é forte, como é horrendo, como é altivo, como nos une e nos aproxima.
Vamos pedir um AI-5 porque democracia é para quem ama e quem ama é fraco e tem de ser eliminado, somente o ódio nos torna fortes. Vamos pedir fechamento do Congresso, Senado, STF e tudo mais porque são instituições que zelam pelo amor e pela justiça e o ódio não pode ter isso em seu governo. O ódio só pode ter um mandatário e ninguém ou nada pode se dispor contra ele.
Vamos gritar contra todos os que falam contra o presidente mito porque ele é um enviado de Deus mas não o Deus amor mas o pai patrão que veio para castigar e punir, espalhar as sementes do ódio entre seu rebanho raivoso. Vamos agredir, ofender, perseguir e humilhar todos que não pensam como nós pois são inimigos da nação, querem o fim da pátria, são comunistas e esquerdopatas desejosos de tingir a bandeira de vermelho e acabar com a família transtornada brasileira.
Vamos odiar! Porque o ódio alimenta quem o possui e quem tem posse manda, onde já se viu um país de amor onde todos são tratados de forma igual e podem se beneficiar de direitos iguais. Como é possível que o serviçal tenha direitos? Essa quarentena me tirou os direitos básicos de ter uma empregada, babá e outros que tem por obrigação manter as coisas funcionando enquanto os cidadãos de bem decidem o futuro da nação, não importa se esse futuro não será bom para todos, será bom para a parcela que merece e isso basta!
Vamos odiar! Vamos odiar porque o capitão soltou a ordem do dia e ela é vocês contra todos porque ele está certo e vocês também e quem se colocar no caminho, paciência, não se pode fazer um país justo sem quebrar algumas cabeças melhor ainda se for durante a pandemia porque velhos e outros doentes estão apenas atrasando o messias e seu plano para o Grande Brazil. Todos vão pegar o vírus, oras! Então se alguns milhares vão morrer que seja, desde que sobrem os eleitos, os que merecem fazer parte da utopia neo-fascista do clã Bolsonarista.
Odiemos sem medo! Sem fronteiras! Sem controle! Apenas o ódio pode construir um grande país!
E eu te odeio, ah, como eu te odeio, meu patriota! Debaixo dessa bandeira de sangue eu te odeio como um irmão, quero te odiar até o dia em que morrer e, se houver vida após, te odiarei de lá. Essa é a dádiva que você me deu, odiar sem limites, eu te agradeço por abrir meus olhos, por me fazer ver que o amor é uma farsa, um engodo, que apenas o ódio pode nos levar a algum lugar.
Obrigado pelo ódio que estou sentindo, pela benção de odiar hoje e poder odiar amanhã, por ter me tornado esse cancro de fel que todo dia destila seu veneno pestilento sem medo ou remorso. Já nem me lembro de quando amei, de como era amar, para que servia ou como era, o ódio preencheu tudo e o presidente merece créditos pois foi o grande arquiteto desse ódio descomunal que nutrimos uns pelos outros e por tudo mais.
Mas, eu tenho uma dúvida, meio besta até e peço que você não me odeie menos por isso. Quando esse ódio acabar e ele vai acabar porque o ódio tem o péssimo hábito de consumir a si próprio, que faremos? Lembraremos de como é amar? Ou colocaremos outra coisa no lugar, um outro ódio ou presidente? Como vai ser?
Não sei.
Só espero que ao acabar tudo isso e o ódio se for, ainda nos lembremos como amar caso contrário, seremos todos criaturas vazias vagando por uma terra desolada que um dia se chamou Brazil,
16 de abr. de 2020
Carta aberta ao COVID-19
Inspirado pelas publicações de João Silvério Trevisan em sua página no Facebook
8 de abr. de 2020
MADE IN CHINA
lembranças aleatórias não relacionadas com a infância
Lembrança #10 Lembro de uma festa ou rave ou balada que eu ajudei um amigo a organizar num tipo de sítio eu acho. Estava separado do meu nam...
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